sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Mar de Tempestade em Sagitário



Crédito de imagem: NASA, ESA, J. Trauger (Jet Propulson Laboratory)

Algumas das vistas mais deslumbrantes do universo são criados por nebulosas - quente, nuvens brilhantes de gás. Esta imagem do telescópio espacial da NASA / ESA Hubble mostra o novo centro da Nebulosa Lagoon um objeto com um nome enganosamente tranquilo, na constelação de Sagitário. A região está repleta de ventos intensos de estrelas quentes, produzindo funis de gás, e formação de energetica de estrelas, todos encaixados dentro de uma névoa de poeira intrincado gás e escuro como breu.

Fonte: http://www.nasa.gov/image-feature/stormy-seas-in-sagittarius


Braço de Sagitário é um dos braços espirais de nossa galáxia, a Via Láctea. Um braço espiral é uma agrupação de estrelas em forma de curva e alongada, que se afasta do centro galáctico. Estas estruturas abrigam grandes populações da ordem de bilhões de estrelas, e o Braço de Sagitário é uma das maiores da nossa galáxia.

  Nebulosa Lagoon (Messier 8, NGC 6523) é uma gigantesca nuvem interestelar na constelação de Sagitário. É classificada como uma nebulosa de emissão, cujos gases ionizados, principalmente hidrogênio, emitem radiação principalmente no comprimento de onda na faixa da luz visível vermelha.
Vista de binóculos, a nebulosa parece-se como uma mancha oval distinta com um núcleo definido. Sobreposta à nebulosa existe um pequeno aglomerado aberto de estrelas. Tem magnitude aparente 6,0 e situa-se a 4 850anos-luz em relação à Terra.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

SuperComputador faz a simulação do loop do campo magnético do Sol.


           Os campos magnéticos vem da parte abaixo da superficie do sol e é influenciada pelos ventos solares - uma corrente de partículas que sopra continuamente de atmosfera do sol através do sistema solar. 
            Pesquisadores da Nasa e seus parceiros universitários estão usando simulações de computador de alta-fidelidade para aprender como esses campos magnéticos emergem, aquecem atmosfera exterior do sol e produzem manchas e erupções.

            Esta visualização mostra laços de campo magnético em uma parte do sol, com cores que representam a força do campo magnético do fraco (azul) a forte (vermelho). A simulação foi executado no supercomputador Pleiades na instalação NASA avançada Supercomputing no Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, Califórnia.

             O conhecimento adquirido através de resultados de simulação como esta ajuda os pesquisadores a entender melhor o sol, suas variações, e suas interações com a Terra eo sistema solar.

>>>> Relacionadas: NASA apresentou mais de 35 das realizações computacionais emocionantes da agência na SC14, a conferência de supercomputação internacional, 16-21 novembro de 2014, em Nova Orleans.

Crédito da imagem: Robert Stein, Universidade do Estado de Michigan; Timothy Sandstrom, NASA / Ames
Creitos e Fonte: http://www.nasa.gov/ames/magnetic-field-loops-on-the-sun

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Universos Paralelos!! Existe?






       Ola queridos leitores após muito tempo sem postar algo, por estar estudando muito geometria analítica kkkk e mentindo também hoje irei postar um tema muito polemico Universos Paralelos.
    Em 1954, Hugh Everett III, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton, apareceu com uma idéia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso. Esses universos estariam todos relacionados ao nosso. Na verdade, eles derivariam do nosso, que, por sua vez, seria derivado de outros. Nesses universos paralelos, nossas guerras surtiriam outros efeitos dos conhecidos por nós. Espécies já extintas no nosso universo se desenvolveriam e se adaptariam em outros e nós, humanos, poderíamos estar extintos nesses outros lugares.
    
     Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.

A idéia é bizarra, e por isso mesmo relegada por muitos experts na matéria. Mas uma pesquisa de Oxford empresta uma resposta matemática aos enigmas quânticos que não pode ser facilmente descartada, sugerindo que o Dr. Everett - estudante de Phd na Princeton University quando inventou a teoria - estava no caminho certo. Comentando na revista New Scientist, o Dr. Andy Albrecht, físico da University of California, afirma: "Esta pesquisa é um dos mais importantes avanços na história da ciência". 

De acordo com a mecânica quântica, numa escala sub-atômica, não se pode afirmar que algo existe até que seja observado. Até agora se observou que as partículas ocupam estados nebulosos de "superposição", nos quais poderão ter spins simultâneos para "cima" e para "baixo", ou se apresentem em diferentes locais ao mesmo tempo.

A observação parece "aprisionar" um estado particular da realidade, da mesma forma que se pode dizer que uma moeda que gira é "cara" ou "coroa" quando é apanhada. De acordo com a mecânica quântica, as partículas não-observadas são descritas por "funções de onda", representando uma quantidade de múltiplos estados "prováveis". Quando o observador mede, a partícula se acomoda a uma dessas múltiplas opções.

A equipe de Oxford, liderada pelo Dr. David Deutsch, mostrou matemáticamente que a estrutura tipo "arbusto" - criada pelo universo que se divide em paralelas versões de si mesma - pode explicar a natureza de probabilidades dos resultados quânticos.



  Ou seja será que aquilo que pensamos ou supostamente possa acontecer e não aconteceu está se recriando em algum lugar ou ja existe tal criação para isso, será que nós não somos criação paralela de um pensamento ou supostamente de algo que deveria acontecer? 
  são coisas a pensar, mas como sabemos nós só temos conhecimento de 4% do universo não sabemos os demais fenômenos ocorrentes em tal.
  Próxima postagem vou falar algo sobre teoria de cordas que talvez explique um pouco sobre isso.